28 de nov de 2009

O fantástico mundo de Renata.

Quando eu era criança, sonhava em casar com o Batman. Eu era uma moleca em estado de amor platônico, cujos olhinhos brilhavam só de pensar no gostinho da aventura. Minhas cenas épicas com o Batman imaginário se tornavam reais debaixo do chuveiro e quando deitava cheia de sono. Depois surgiu a rebeldia pelo Robin, que me conquistou pela sua imaturidade e por ser menos sério que o primeiro. Fiquei um tempo vacilando entre os amores à primeira vista da infância (eu era tão malandra que namorava de mãos dadas com três ao mesmo tempo). // Começou a Revolução. Adeus Papai Noel, Adeus terra do nunca. Olá nova fase. // Me apaixonei perdidamente pelo Harry Potter. Sonhava com Hogwarts e sua magia infindável. Foi o início de um novo mundo! Uma realidade paralela que me fazia acreditar em seres que habitavam a minha fantasia há muito... uma ficção chiclete que me dava poderes, me fazia sonhar tão tão alto, morar em outros lugares e quando terminava eu ainda estava lá, sorrindo, esperando o outro ano começar. Eu era tão igual a ele. Resgatei minha alma de "meninos perdidos" e adotei Londres, Hogwarts e a Toca como minha única casa. // Carrego os mesmos sonhos desde aquela época. Estão aqui dentro. Fortes e indestrutíveis. Só que as obrigações cresceram e a realidade é um pouco diferente. No fundo sou um misto de Mulher Gato, Hermione e Elizabeth Swann. E continuarei assim, muito bem, obrigado. Nos intervalos dos tempos reais eu me vejo conversando comigo mesma. E pergunto: "Por que você tem tanto medo de magoar seus próprios herois?" Respondo: "Talvez por querer que eles sintam orgulho de mim. Quero que eles continuem aqui. E mesmo aqueles que passaram e foram embora, desejo que se lembrem da minha garra, da minha coragem e do brilho dos meus olhos. Assim como guardo boas recordações. E se por algum motivo eles ficaram em dúvida quanto ao meu caráter, asseguro-lhes que é a minha natureza. Inconstante e leal, ao mesmo tempo. Mas saibam: vocês me fizeram crescer enquanto pessoa, mulher e personagem mítico. A vocês, meu eterno sorriso."

11 de nov de 2009

Nem 8 nem 80

Mas algumas vezes só consigo ser assim. Eu vario entre os estados tecla do foda-se e quero mudar o mundo. Às vezes me vejo isolada, perdida, decidindo se ajo ou não. E em outras, nem preciso pensar, porque já fui, cheguei e consegui/não consegui o que queria.

Consigo fazer uma lista dos meus paradoxos e antíteses (que como é muito grande, não vem ao caso listá-la). Mas uma pessoa muito querida, e sábia, um dia me ensinou a olhar o mundo com outros olhos. Aliás, devo isso não só a uma, mas a mais algumas pessoas. Neste fluxo, ao qual deu-se o nome de vida, viver nos extremos é pura alienação, criancice e perda de tempo (minha opinião).

Com o tempo percebi que perdi pessoas importantes por ter me cegado com o enjoado do orgulho. Bastava uma conversa, uma palavra, nem que fosse uma vírgula(!) e hoje eu não carregaria o arrependimento. O máximo que eu ia receber era um não (dói, mas passa). Há uma diferença muito grande entre orgulho e valor próprio. O problema é que ambos andam de mãos dadas, são casados, amantes, se amam e odeiam.

Percebi, também, que não adianta nada querer. Querer não é poder! Admito que algumas coisas na minha vida vieram mais rápido e facilmente do que eu jamais poderia esperar, mas só depois de ter saído da inércia e lutado - nem que seja um pouco - por aquela alguma coisa.

E a(s) mesma(s) pessoa(s) do segundo parágrafo me ensinou(aram) três fatores poderosos, dois quais eu não abro mão: a palavra, a vontade e o respeito. Em qualquer lugar, a qualquer hora, eles me ajudam. Mas reconheço que preciso usá-los mais e continuar... sejá lá qual for o rumo.


P.S: Hoje, por sinal, foi um dia que saiu do oito para o oitenta.
P.S 2: Estou morrendo de saudade de certas pessoas.
P.S 3: Já contei para tudo e para todos, mas falta aqui: eu vou no show do Coldplay e sou a criatura de duas pernas mais radiante deste universo por causa disso.

beijostchau :)

28 de out de 2009

Um balanço de morangos.

- O que você tá vendo?
- Eu vejo um coelho...
- Aonde?
- Ali - uma mão pequenina aponta para o céu - entre aquela nuvem gorda e a outra mais esprimidinha.
A menina olha sorrindo para o menino e também pergunta:
- E você?
O rosto compenetrado da criança analisa para então se desfazer num largo sorriso.
- Tá preparada?
- Por quê?
- Porque o meu dragão daqui a pouco vai comer o seu coelho.
A menina se levanta do chão com um olhar desafiante. Carregava nos cabelos cacheados um bocado de grama e pequenas pétalas cor de sol. Aos seus pés, o menino a olhava com dificuldade por causa da claridade.
- Tolinho. Nuvens não tem pés. Como que seu dragão vai comer meu coelho?
- Você duvida?
Marcela arregala seus olhos azuis cheios de certeza e encara Pedro por alguns segundos.
- Meu pai me explicou como a Terra muda de lugar. A gente gira sem perceber! Mas eu ainda desconfio que as minhas tonturas tem alguma coisa a ver com essa mudança de lugar toda hora. Nós damos uma volta ao redor do sol em um ano e nosso planeta gira em torno de si mesmo todo dia. Eu aposto que você não sabia essas coisas. Mas se você quer saber eu não gosto disso. E se no meio desse caminho todo a gente encontra uma nave espacial com um monte de et's ou então um cometa cai na terra! Meu pai disse que isso não é possível... mas pra mim tudo é possível! E se você olhar pra cima de novo você vai perceber que meu dragão já acabou de comer o seu coelho. Ele disse que tá satisfeito.
A pequena criança despenca sua cabeça para trás e olha uma, duas, três vezes e não encontra mais o que há poucos segundos estava lá.
- Como ele foi embora?
- Quem mandou ele ser gordo daquele jeito? O Max não comia fazia um tempão.
- Eu tinha gostado dele. Ele parecia um algodão-doce.
Pedro pega em sua mão e diz:
- Se você quiser eu peço pro Max cuspir ele de volta.
- Deixa pra lá. Eu quero ir pro balanço.
- Eu to com fome.
- Vamos pro balanço e eu divido com você os morangos que a minha mãe colocou pra mim na mochila.
- Então tá...
Os dois se levantam cheios de vida e luz. Uma luz daquelas que só as crianças possuem e conseguem transmitir. Embalados pela amizade e pelo balanço, não deixaram um moranguinho para terminar a história.


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Ouçam e vejam: Strawberry swing - Coldplay
uma ótima semana :)

18 de out de 2009

Vai uma barbie aí? Não, me dá uma cerveja.

Hoje o dia foi tenso aqui no Rio (mais especificamente na área onde eu moro). Helicóptero da polícia caindo, invasão de morro, ônibus queimados e dezenas de jornais metendo o pau no Rio. Já esperava. Amanhã começa tudo de novo e assim continua até as Olimpíadas. Fazer o que né?

Depois de algumas horas sentada estudando, saí. Fiquei umas três horinhas em um pé-sujo com uns amigos. Cheguei por volta das nove da noite. Exatamente na hora em que a matinê (festa em boates para menores de 18) estava terminando. Quando o dono do estabelecimento começou a colocar todos para fora, pasmei! Eram crianças - literalmente - saindo daquele lugar. Meninas com 11 ou 12 anos bebendo smirnoff. Todas seguiam um padrão de roupa: blusas frente única, shortinho (variando com calça jeans no máximo), salto alto, maquiagem, muitas bijuterias. Como a boate é do lado dos bares, as meninas praticamente atiravam-se nos homens que estavam sentados. Ou seja, pirralhinhos crente crente que são adultos.

Eu me pergunto: por onde andam os pais (se é que podem ser chamados de pais)? Como essa banalização da infância é tão presente nos dias de hoje? Gente a infância é a época mais rica e mágica de todas! A pureza, inocência, brincadeiras saudáveis, sonhos dão lugar ao erotismo, preocupação com o corpo, roupas de marca, beijo na boca e bebida.

Depois de um tempo refletindo tristemente na mesa do bar, observei uma mãe chegando ao local e procurando por sua filha. Como elas estavam perto da minha mesa, consegui entreouvir a conversa:


Mãe: - É pra isso que você pediu pra vir? Como que esse troço (a boate) permite uma coisa dessas? Tem gente de dez anos aqui! Da próxima vez você não vem!!! Vai pro carro!

Pelo menos uma cabeça funcionando. Enquanto meus (futuros) filhos pedirem para brincar, serei a mãe mais feliz deste mundo.

13 de out de 2009

Ser ou não ser. Eis a questão.

Cheguei à universidade e a primeira coisa que eu ouvi do meu professor de jornalismo é que no Rio existe uma concentração da mídia. Ou seja, dificilmente você encontra uma realidade sobre os fatos segundo o outro lado da moeda. Eu sempre ouvi dizer que um jornalista está a serviço da sociedade, e não a serviço de uma empresa. Mas, nenhuma surpresa, não é isso o que acontece.
Por isso, a quantidade de vezes que já ouvi: "Você deve ser uma jornalista honesta" ou "Se você está pensando que vai conseguir escrever o que quer, está enganada". Sim, eu sei disso tudo. É como se existisse um livro contendo intruções e passos: "Os cem passos para se chegar ao jornalismo!".
Só que até mesmo essas intruções se contradizem:
1. Você deve buscar a verdade e informá-la ao público, não importa o quanto custe (nem o quão verdadeira ela será)
2. Leia todos os jornais todos os dias
3. Saiba escrever muito bem, ter uma sinapse boa, sem falar da capacidade crítica.
4. Precisa dizer que é necessário saber sobre tudo um pouco?
...
Com o que eu ouço dá pra montar um livro. Mas eu discordo. Jornalismo não é um ritual. Você até pode seguir o Passo 1 e o Passo 2 e chegar lá. Mas quem está fazendo a faculdade porque gosta, independente da obrigatoriedade do diploma, sabe que existe uma essência. Quase uma arte.

8 de out de 2009

simple gesture.

Metade sorrindo e a outra metade (também querendo sorrir) realista, com o pé no chão. Não tem como ser 100% sonhadora... mas bem que eu gostaria.
Não que eu sorria por viver no mundo da panqueca, mas por estar feliz por acontecimentos recentes (pode ter certeza que não é por causa de 2016). Eu descobri que sou o tipo de pessoa que nasceu de bumbum virado para a lua (literalmente), tem sete vidas e pode passar debaixo de muitas escadas carregando vários gatinhos pretos. Ainda assim, com azar ou não, não tenho o direito de reclamar um "ai" da vida.
Domingo passado eu assisti a um filme daqueles que deixam o coração na mão e quando os créditos começam a subir você ainda tá meio paralisado pela história. Chama-se O menino do pijama listrado, baseado em um livro narrado no contexto da segunda guerra (autoexplicativo). Pois bem, levantei do sofá muito triste, mas com uma vontade de viver!
Tenho uma família bem grande e complicada, mas somos unidos, isso que importa. Tenho saúde para continuar seguindo em frente. Tenho pessoas pelas quais eu me lançaria da ponte Rio-Niterói feliz da vida e pedindo mais! Sou meio ceguinha, mas ainda assim consigo ler meus livros que me trazem tanta felicidade. Consigo ouvir músicas e sou feliz até por poder cantar debaixo do chuveiro. E acima de tudo, eu admiro os pequenos gestos, aqueles imperceptíveis que me deixam com um sorriso de orelha a orelha.
Sei que nem tudo é rosa. Não estou pedindo que seja, tampouco dizendo que tudo é. Mas tenho a certeza que mesmo depois de um furacão, é possível levantar a cabeça e construir tudo de novo. Tenho muitas razões para isso.

19 de ago de 2009

Uma reflexão fantástica e o "mister" do meu momento.

Comecei a faculdade!
Babei litros de felicidade pelo professor de Introdução ao jornalismo.
Aliás, nem babei. Fiquei boquiaberta. É, acho que é isso que eu quero ser quando crescer :)
Bem, resolvi dividir com vocês dois sites que são tudo na minha vida nesse momento.
Estão me ajudando MMUUIITTOO.
Talvez alguém esteja precisando de algo parecido, então vou divulgá-los!
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Agora, a parte "reflexão fantástica" do título. Ontem, quando eu estava voltando da faculdade, estava com duas amigas. Elas começaram a falar sobre o fato de como elas gostam de andar, pois isso as faz refletir sobre a vida. Quando elas andam, elas "viajam". Como ontem eu voltei andando do metrô, pensei muito sobre esse texto que encontrei em uma prova da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). O ano da prova, se não me engano, é 2003. Tirem suas conclusões e uma boa caminhada para vocês também ;)
A Internacionalização do Mundo
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.
(Cristovam Buarque)

15 de ago de 2009

Verde, oi?


Estou aqui com o objetivo de fazer uma crítica, uma denúncia (dirigidas a minha pessoa). Estava olhando minhas fotos no orkut e descobri que não possuo qualquer foto com uma única árvore, um céu azul ou uma paisagem que represente a palavra natureza.


Por morar em cidade grande, as únicas coisas concretas que me cercam - e que já se tornaram normais aos meus olhos - são: prédios e mais prédios, shoppings, aglomerações, metrôs e muita fumaça de carro. Não existe nada diferente disso na minha rua. Aliás, em nenhuma outra aqui por perto. Eu vejo verde quando vou ao clube malhar, porque lá é arborizado. AH! O final da minha rua é subida para um morro (que já está sendo tomado por construções, mas são regulares) e de manhã bem cedo às vezes acontece o que eu chamo de fenômeno tapetinho: uma massa de nuvem gigante o encobre. Isso pra mim já é natureza, porque esses momentos são raros.


Isso é uma verdade que não diz respeito só a mim. Os moradores de grandes cidades também devem entender um pouco do que falo. Não existe mais natureza como existe em cidades pequenas ou em estados onde os índices de urbanização ainda não atingiram a saturação. Aqui no Rio alguns parques exigem a compra da entrada, para restringir o público visitante. E em outros o abandono é visível e a falta de segurança também.


Mas eu não quero parques! Quero um campo aberto, onde eu possa deitar em cima da grama e só ver árvores. Gritar de chilique por ter formigueiros perto de mim e descobrir que estou perto de insetos. Observar joaninhas e tirar fotos que tenham cores diferentes! Quero um pouco mais de natureza nos meus dias.


9 de ago de 2009

Dia dele. (e dela)

Tirei o dia para ele.
Ele não vai ligar muito, mas persistirei.
Vai acordar com aquele humor bipolar.
Mas c'est la vie.
Ele é chato
irritante
mandão
pessimista
Mas na hora de demonstrar o amor dele, abre o coração.
Tem um SENHOR coração, maior que o mundo.
Tem horas que ele parece um bebê e tem outras que fico até com medo.
Tem horas que ele me vê como um bebê e nas outras ele até se emociona.
Ele é um orgulho pra mim
guerreiro
vitorioso
um dos maiores homens que pude conhecer
(ele vai dizer que não, mas eu não vou ligar)
Mesmo com aquela carequinha estilosa e os seus fios prateados
Como minha avó diz: "Prata no cabelo, ouro no bolso"
Mesmo com a sua simplicidade
e palavras que me fazem pensar o quanto eu agradeço a Deus...
por poder chamá-lo de Pai.

Pai, eu te amo.
Um Feliz dia pra você :)

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E como eu sei que ela é ciumenta e fica toda dengosa quando não lembro dela...
Mãe, todos os dias é o seu dia :)
Eu também te amo, acima de tudo.
Afinal foi você que aguentou firme e forte durante 9 meses e 6 horas xD
Beijos da sua filha coruja.

31 de jul de 2009

Uma reflexão sobre a minha vida.

Tem dias que infelizmente o mundo resolve ir contra a força da gravidade. Não adianta o quanto você fique calada, recolhida em um canto com os seus pensamentos para não interferir no resto do mundo: se você não vai de encontro à vida, ela vem de encontro a você. Parece um campo magnético - você está indo na corrente X e, vindo em sua direção, um problema surge na corrente Y, pronto para a colisão. Foi isso que aconteceu comigo hoje.
Não adianta espernear, dar porrada contra o ar, chorar, inventar soluções que não combinam com o meu jeito de ser. Os meus problemas são do tipo familiares. Especificando, possuo um desentendimento com os meus pais em relação a minha liberdade. Há dias em que, já cansada de estudar, ver livros e fórmulas, eu preciso respirar um ar, ver um rosto amigo a fim de me livrar um pouco da pressão de um ano de vestibular + faculdade. SÓ QUE, eles não entendem. Ou entendem e preferem persistir no erro. Será que eles não percebem que eu preciso desse tempo para poder continuar firme e forte nas minhas responsabilidades do dia seguinte? Senão eu vou entrar em depressão.
Sou do tipo que dispensa saídas, viagens e encontros por estar consciente de que não terminei tudo o que tinha que fazer. Eu mesma me imponho limites (e eles impõem ainda mais). Mas eu cansei. Vejo as minhas amigas com a mesma idade (18 e 19 anos) com pais mais compreensíveis e liberais. Eu quero um pouco mais de espaço... só que descubri que meus pais não vão mudar. Começo a suspeitar que terei de conquistar essa liberdade "a mais". Convencê-los da minha consciência a cerca das minhas metas.
A sorte deles é que sou uma filha que os ama acima de tudo, que entende as aflições de pais para filha, pacífica e nada rebelde. Só que preciso ativar um pouco mais a minha voz e as minhas vontades.
Precisava hablar =)

29 de jul de 2009

"Propaganda é a alma do negócio..."

Estou aqui pura e simplesmente para divulgar.
O quê?

O novo filme do Johnny Depp.
Na minha opinião, lindamente filmado.
Inimigos Públicos (Public enemies, Michael Mann, 2009) retrata a história de um grande saqueador de bancos, John Dillinger, famoso por conseguir roubar tudo de qualquer banco em um minuto e 40 segundos. Tá, mas e daí né? O que mais me impressiona - e eu vou bater nessa tecla por muitas vezes - é a capacidade do Johnny Depp em interpretar qualquer papel. Sim, eu o considero um puta ator: qual outro ator consegue mudar de fantasia para terror? De desenho animado para ação? Tá aí, fica como enquete... Vocês conhecem algum outro ator que consiga essa maestria em interpretação?

Sugiro dois nomes brasileiros: Marcos Nanini e Selton Mello. Na minha opinião eles são OS caras. Mandam muito..

Acho que no meu próximo post eu vou fazer uma análise sobre cada um deles, só pra declarar o quanto eu admiro o trabalho deles. lol xD

Tá gente então voltando ao assunto:
ASSISTAM INIMIGOS PÚBLICOS!
Filmaço em todos os sentidos para quem gosta desse tipo de filme.

Trailer para dar aquele gostinho na boca:
http://www.youtube.com/watch?v=6Cus3ztwJvE


Boa pipoca :)

20 de jul de 2009

Dia 20

Amigo
adj.
adj.
1. Que sente amizade por.
2. Que está em boas relações com outrem.
3. Simpático.
4. Propício, favorável.
s. m.
5. Pessoa à qual se está ligado por uma afeição recíproca.
6. Partidário.
7. Amásio.
Segundo a definição do dicionário, amigo é isso aí.
Já contrariando, não é não.
Aliás, como pode existir a explicação de AMIGO no dicionário? ¬¬
Para mim, amizade pode ATÉ ser explicada com palavras, mas mesmo assim continuarei sentindo falta de algumas outras. Pode ser demonstrada em atos, mas nem todos vão conseguir exprimir o que sinto. Posso tentar explicar na hora, e não vou conseguir.
Um mega abraço em todos os meus amores. :)
Obrigada por tudo.

15 de jul de 2009

Oi blog, cá estou :)


Feito por mim. Saudade de escrever.




O mundo parou para Sofia. Parou só para olhar aqueles dentinhos de leite, todos se exibindo. Naquele exato momento, o ar congelou. Os olhos dela brilharam como se tivessem visto calda de chocolate! Sinto uma semelhança... Seria coincidência ou ela realmente tem olhos da cor de brigadeiro? É um doce. Eu penso e sorrio comigo mesma. O fato de não conhecê-la, não impediu que eu a descrevesse. Afinal, esse é meu trabalho: fotojornalista. E o dela, bem, naquele momento a função dela era sorrir para a câmera. E a menina o fez com excelência, como se fosse exatamente aquela sua profissão. Me pego imaginando como seria fácil ganhar dinheiro por sorrir para a vida. Penso mais um pouco e descubro a verdade: ela o fez não pelo dinheiro, mas porque crianças carregam a simplicidade dos pequenos atos. Ela é feliz somente por sorrir, e sorri porque está feliz. Quando crescer quero ser igual a ela. Belo exemplo de vida. E lá vai a pequena novamente – “Sofia!” – parou para o mundo.

16 de jun de 2009

Luis Fernando Veríssimo

Fan-tás-ti-co.

Retardatário
- Fiquei velho na época errada...
- Como?
- Toda a minha vida foi assim. Cheguei às diferentes fases da vida quando elas já tinham perdido suas vantagens, ou antes delas adquirirem vantagens novas.
- Sei...
- Passei a vida com aquela impressão de quem chegou à festa quando ela já tinha acabado ou saiu quando ela ia ficar boa.
- Sim.
- Veja você: a infância. Houve um tempo em que as crianças, assim, da minha classe, eram tratadas como príncipes. Está certo, também apanhavam muito. Mas havia as compensações. Geralmente uma avó morava junto e consolava com colo ou doce. E as mães não trabalhavam fora nem faziam expressão corporal. Ficavam em casa inventando uma maneira de estragar os filhos. Você alguma vez teve roupa de veludo?
- Não.
- Nem eu. Sou da primeira geração pós-veludo e pré-jeans. As vezes olho fotografias daquelas crianças antigas com roupas ridículas, golas rendadas, babados e me dá inveja... Aquilo sim era maneira de tratar criança. Acho que a minha geração deu no que deu porque nunca usou cacho e roupa de veludo.
- Pode ser...
- Outra coisa: psicologia. Fui da primeira geração criada com psicologia. Nada de castigo - conversa. Ele rabiscou toda a parede? Está tentando expressar alguma coisa. E usou o batom da mãe? Ih, cuidado, uma surra agora pode traumatizá-lo para sempre. Também fui da primeira geração que não precisou decorar tabuada e da última antes da calculadora de bolso. Resultado: cresci sem a noção de duas coisas: pecado e matemática.
- Certo.
- Cheguei tarde à infância e muito cedo à juventude. A revolução sexual começou um dia depois que me casei com a minha mulher porque era a única maneira de poder dormir com ela. Nós casamos num sábado e a revolução sexual começou no domingo. Ainda tentei desfazer o casamento. "Agora não precisa mais!" Mas estava feito.
- Sei...
- Minha adolescência foi um martírio. Me lembro dela como uma única e interminável tentativa de desenganchar sutiãs. Os sutiãs eram presos atrás de mil maneiras. Ganchos, presilhas, botões, solda. Você precisava de um curso de engenharia para desengatá-los. Uma namorada minha usava sutiã com uma fechadura atrás. Com combinação, juro! Dezessete para a esquerda, cinco pra direita, rápido que a mãe vem vindo! Você, garoto, nem deve saber o que é sutiã.
- É.
- Eu pensava ser um adulto sério, engajado nas melhores causas, talvez até ativista político, um guerrilheiro. Quando cheguei à idade, os jovens adultos estavam cuidando de suas carreiras e carteiras de ações. Fui da primeira geração que quando falava em ir para as montanhas queria dizer para o fim de semana. E a última que ainda usou a palavra "alienação", mas aí não sabia bem o que era.
- Entendi...
- Tudo bem, pensei. Vou me preparar para a velhice e seus privilégios, com minha pensão e meus netos. Mas a previdência está quase quebrando e meus netos quando me olham parecem estar me medindo para uma casa geriátrica. E há meia hora que estou aqui chateando você e você ainda não se levantou para me dar o seu lugar.
- Qual é, coroa? Essa de dar lugar pros mais velhos já era.
- Eu não disse? Cheguei tarde à velhice...

13 de jun de 2009

Santo Antônio,

Amor
Humor
Oswald de Andrade
  • Minha mãe ia me sentar numa cadeira todos os dias, por sete dias, me benzer e pedir: "Deus tira a uruca de cima da minha filha e arranja um bom menino pra ela!"
  • Quando acordei hoje, minha mãe me disse que a energia estava propícia para fazer uma reza a Santo Antônio.

Sim, estou solteira. Mas meu dia 12 foi tão bom :)

"Mãe, não preciso disso. Eu já tenho você" (ok, eu não disse isso. Mas não preciso, ela sabe). A vida já está completa. Quem entrar, é lucro.

Dia de santo antônio pra mim é um dia de bossa. Não precisa ficar com raiva do santo e colocá-lo de cabeça pra baixo ou tirar o menino jesus dele. Deus já foi generoso demais por ter colocado certas pessoas no meu caminho. Eu não posso me dar ao luxo da queixa. Eu não tenho sede de amor, fome, carinho, amizade... Tenho até sobrando... Oba! Vamos dividir com quem realmente precisa?

Eu sei que já passou do dia dos que se amam, mas foi o tempo que eu encontrei. Eu desejo a todos muito carinho e um abraço bem apertado.

(não liga não, to meio sentimental hoje)

Amém.

9 de jun de 2009

Mas então, além da Amazônia...

Só xingando...


Estava eu, em meu santo sofá, assistindo ao Jornal da Globo que está passando neste exato momento. Eis que surge uma reportagem - que infelizmente eu não peguei maiores detalhes como nomes e a cidade - sobre a maior área de Mata Atlântica urbana e preservada no país, localizada no estado de São Paulo.
O repórter estava explicando que está se tornando muito frequente a aparição de verdadeiros quarteirões ou espaços, como o PEQUENO maracanã, em áreas onde antes encontrava-se a Floresta Tropical. Isso, devido ao fato de contruções irregulares, a exemplo de buffets (restaurantes), sítios para lazer, dentre outros pequenos luxos.
Uma entrevistada disse que quando as autoridades resolvem aparecer, é tarde demais. (Porque será né?)
Só que, o que mais me deixou tipo "hã?", foi o momento em que o tal repórter se passa por uma pessoa que quer montar um restaurante. Ele, então, resolve procurar uma pessoa que possa orientá-lo, já que a "suposta" área onde deseja instalar seu negócio é florestada. Surge a dona responsável, com o seguinte diálogo:

Repórter - Teria problema eu construir algo aqui nesse pedaço?
Dona - Não! Eu posso até sugerir um senhor que faz esse trabalho pouquinho por pouquinho. Sabe... Derruba umas árvores num dia, depois outras nos outros...
R - Ele não faz alarme...
D - Não pode fazer né? Senão você paga multa.
R - é né tem que desmatar..
D - Tem que desmatar! senão você vai fazer o que? Casinha de índio?

...

Gente, eu resumi o diálogo. Mas em suma, foram essas palavras.
Daqui a pouco a matéria deve estar no site do jornal:
http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,16009,00.html

Não vou dormir feliz hoje.
1º - A dona vai continuar cagando, andando e ganhando dinheiro. (mesmo que ela seja presa, o que eu duvido)
2º - Além da dona, algumas pessoas vão continuar ignorando esse fato.

3º - Amanhã as pessoas irão comer no mais novo "Buffet" da cidade.

Olha que eu não preciso de bola de cristal pra saber disso.

(Pelo menos um pouquinho de verdade para o ínicio de mais uma terça)



6 de jun de 2009

ô coisinha tão bunitinha do pai.

Uma amiga minha veio aqui pra casa ontem. Me pegou de surpresa:
- Posso ir pra aí?!
- Vem pra cá!
Então tá.
Ela matou a aula do curso e foram cinco horas. Mas isso, perto do que a gente já passou, é uma vírgula. Ver a mesma pessoa por mais de cinco anos todos os dias no colégio vira um costume. E olha que nos últimos três anos era tempo integral. Colégio acabou... e não mudou nada :)
E desde quando hora é documento quando se trata de alguém do peito? Foda-se se são minutos. Minutos possuem valor existencial, certo? Comemos, rimos, lemos os meus diários, fofocamos sobre a vida alheia, pergunto como ela tá, eu conto sobre os meus anseios. E vai ser sempre assim :)
Amigo é melhor que namorado cara. Mas amizade de verdade, daquela que não precisa de photoshop, é como deve ser! Verdadeira mesmo eu conto na mão. E me orgulho dos dedos que posso contar. Cada um segue com a sua vida, e no dia que vocês marcam pra reunir as vidas novamente, o sentimento está intacto. A intensidade é a mesma.

Se papai do céu criou uma coisa bonita nesse mundo é isso.
Amiga, te amo :)

26 de mai de 2009

O nome das estrelas.

Eu quero muito, daqui a 'x' anos, olhar para o céu e continuar vendo estrelas.
As mesmas estrelas que vejo hoje, ou mais (nunca se sabe o dia de amanhã).
As de hoje possuem as mais variadas formas e cores, não importa a quantos zilhões de anos luz estejam de mim.
Descobri um dia que a estrela que está no céu é passado. Ou seja, não sei se ela morreu, se continua rindo, se sofreu alguma variação em sua forma; todas as suas ações, de ontem, refletem para mim, hoje. Isso é muito interessante, e verdadeiro.
Tudo o que aquela estrela fez um dia em minha vida, irá brilhar futuramente.
Como é bom semear estrelinhas.

Qual o nome da sua?

17 de mai de 2009

Eu sou consumista. Consciente, mas sou.
Ontem eu comprei um cachecol. Adoro me vestir bem, me sentir confortável, misturar cores e saber como misturá-las.

Estava agora há pouco pesquisando. Ou melhor, o google ainda há pouco pesquisou para mim sobre "semana da moda". Clico em um dos links da segunda fileira de imagens e me deparo com o seguinte zoom:

Na matéria, vem escrito: "A temida celulite -
Mas nada superou a gordurinha da top tcheca Karolina Kurkova , que desapontou na passarela da Cia. Marítima na noite de quarta, 18. Celulite no bumbum e na coxa foram tema de verdadeiras enquetes na Bienal."


Se lembram daquele comercial da Dove? "O sol brilha para todas". Pois bem, eu levanto a mão para o céu e agradeço pelas minhas gordurinhas localizadas e pelo meu bumbum de laranja. Até agora, o sol continua brilhando. Rezo para que esses comentários não afetem muito a cabeça de Karolina, e tantas outras que assumem as suas curvinhas. Tenho pra mim que ela será muito mais feliz se assumir um humilde bombom, do que uma doencinha chamada anorexia.

Karolinas do meu Brasil, vocês são brasileiras. Brasileiras tem corpo! Acreditem: nós arrasamos!

Celulite com saúde é mara! Beijo, bom domingo ;)

12 de mai de 2009

Um almoço, uma pergunta e Maktub.

Por acaso essa palavra alfabeticamente pequena possui algum valor para você?

Não por acaso ela se instalou na minha cabeça hoje.
E o mais incrível: ela veio de uma pessoa inesperada.

Estava eu entrando no restaurante para um almoço pré-trabalho com as minhas amigas. Eis que deparo com um intruso almoçando na mesa com elas: o professor de geografia de uma delas do curso. Ele é daqueles que é sempre um exemplar de colírio. Era a primeira vez que estava conversando com ele, nas outras eu só tinha babado mesmo.

Enfim, super gente boa. Papo cabeça rolando até que a conversa vai parar no braço dele(!), onde ele possui uma tatuagem com o dizer 'Maktub'.

"Está escrito", é o que significa. Só que a minha atenção se voltou para o valor de tudo aquilo que essa palavrinha envolve. Segundo tudo o que ouvi, não existe destino. "Está escrito" não no sentido literal, mas sim no sentido de que tudo segue um rumo natural de acordo com a essência de cada um de nós. Ou seja, temos escolhas e rumos em nossas vidas e aceitamo-as conforme somos e podemos. Essa escolha define a nossa próxima escolha, seja porque era a próxima etapa, ou porque aprendemos o suficiente para saber que não queremos mais aquele antigo caminho, e sim um novo. Tudo é o que deve ser sem pré-destinações, adivinhações, etc. A vida é assim.

Me deixou pensativa naquele momento porque existem certas horas que eu me conformo com o que acontece diariamente por pensar que está sendo daquele jeito e ponto. Só que em outros momentos eu decido que quero mudar (e mudo). Paro e penso: a mudança que eu quis fui eu que ocasionei. Será que se eu tivesse permanecido na mesma a minha vida seria outra? Ou, por estar escrito, só tem uma única versão (a de agora)?

Sim, é muita loucura.
O que eu sei até agora é que eu faço o meu caminho.

Queria dividir isso.
Beijotchau.

9 de mai de 2009

Evento Semana do restaurante no Rio!




Tuuudo de bom: comer. Preparem-se para a "Restaurant Week" (Semana do Restaurante) no Rio de Janeiro, do dia 11 ao dia 24 de maio.
Depois do mega sucesso do evento em SP, os cariocas também vão poder aproveitar a semaninha de preços acessíveis em restaurantes de diversos gêneros.
Os restaurantes são desafiados a criar cardápios diferentes com entrada, prato principal e sobremesa a um preço fixo: almoço R$25 +R$1 e jantar R$39+R$1 (Esse R$1 é destinado a instituições beneficentes).

Totalmente excelente, né? A partir do dia 11 é só seguir a lista abaixo e aproveitar!!!

1. Allegro Bistrô (Copacabana)
2. Applebee’s (Barra)
3. Aquim (Leblon)
4. Azzurra (Barra)
5. Bar d’Hotel – Marina All Suites (Leblon)
6. Blason – Casa Julieta de Serpa (Flamengo)
7. Benkei (Ipanema)
8. Friday’s (Barra)
9. Gatto Rosso (Barra)
10. Gloss (CasaShopping; Barra)
11. Gula Gula (Leblon, Rio Design Leblon, Gávea, Ipanema, Jardim Botânico, Rio Plaza, Fashion Mall, Barra e Rio Design Barra)
12. I Piatti (Humaitá e Barra)
13. La Pasta Gialla (Barra)
14. Lorenzo Bistrô (Jardim Botânico)
15. Manekineko (Leblon, Barra, Shopping Tijuca, Itanhangá e Humaitá)
16. Mensateria (Barra)
17. Miam Miam (Botafogo)
18. NamThai (Leblon)
19. Sawasdee Bistrô (Fashion Mall; São Conrado)
20. Skylab – Rio Othon Palace (Copacabana)
21. Tizziano (Barra)
22. Vegetariano (Leblon)
23. Vizta – Marina Palace (Leblon)
24. Zazá Bistrô (Ipanema)

Bom apetite!

www.restaurantweek.com.br

3 de mai de 2009

Centenário da(s) pequena(s) notável(is).




"Nasci em portugal, mas me criei no Brasil, e, portanto, considero-me brasileira. O local do nascimento não importa, nem sequer o sangue. O que importa é o que os americanos chamam de "environment", a influência do país e dos costumes em que nos geraram. Da minha parte sou mais carioca, mais sambista de favela, mais carnavalesca do que cantora de fados. O sangue tem uma certa importância sim, mas só no temperamento, não na maneira de sentir as coisas."

O trecho acima consta no Museu Virtual de Maria do Carmo Miranda da Cunha, mais conhecida como Carmen Miranda ou A pequena notável. Nascida em 9 de fevereiro de 1909, no Distrito do Porto, em Portugal, Carmen Miranda é uma das mulheres cuja história fascina e inspira.
Na época em que sua carreira projetou-se nos Estados Unidos, era uma mulher no meio dos grandes: "Nós, mulheres, precisávamos usar a mesma linguagem dos homens para sermos respeitadas".
Dona de um estilo sem igual, Maria do Carmo chegou em um país estrangeiro com um vocabulário bastante tímido. Suas perfomances, um tanto desinibidas para a época, e sua voz foram daquelas que pediram licença, entraram e ficaram.
Carmen é considerada uma das artistas mais bem sucedidas da Política de Boa Vizinhaça, criada nos Estados Unidos. Tal política caracteriza-se pela procura de parceiros na Segunda Guerra Mundial; uma das medidas foi incentivar a imigração de artistas latino-americanos. Com 46 anos de idade, em 1955, Carmen Miranda faleceu.
Além de toda a sua história de vida, o que não consta neste post, está a figura que ela representa. Força, vontade e conquista. O objetivo desse post é inspirar cada mulher a seguir em frente, pois somos muitas em uma só, logo, conseguimos.
Pequenas notáveis? Nada disso, Grandes Notáveis! O mundo que se cuide ;)
Beijos e ótimo início de semana!

1 de mai de 2009

Rio 2016: você concorda?

Hoje, dia 1º de maio, centenas de cariocas estão na praia de copacabana, vestidos de verde e amarelo, dizendo: "Eu quero Rio 2016!"
Sem dúvidas, o Rio é lindo.
No site da candidatura da cidade aos jogos olímpicos e paraolímpicos, muita cor e confiança. Na barra de índice do site, mais precisamente no link "A cidade", vem escrito:

"O Rio de Janeiro continua realmente lindo. A Cidade, cada vez mais Maravilhosa. Com suas belezas naturais, uma das mais belas orlas marítimas do mundo, formada por 14 praias, a alegria contagiante e acolhedora de seis milhões de habitantes espalhados por 159 bairros, uma diversidade e vida cultural única e efervescente, o cartão postal do Brasil recebe o mundo de braços abertos."


Eu gostaria de ver essa cidade recebendo pessoas de todo o mundo. Mas, de que adianta se essa mesma cidade não consegue tomar conta de seus próprios habitantes? De que adianta as praias de beleza exuberante, se existem bairros onde a infraestrutura é pior que precária? Problemas nas áreas de transporte, saúde e segurança? Não, imagina! Eu quero minha cidade recebendo toda a energia que os Jogos oferecem. No entanto, no dia 1º de maio eu iria à copacabana dizer "Eu quero minha cidade organizada!". Quem sabe amanhã, ou depois de terem pensado nesses "pequenos" poréns, eu decida incentivar.

By the way, 1º de maio? Ah sim! Parabéns trabalhadores ;)

30 de abr de 2009

Boas vindas.

Fala galera, boa noite!
Bem, antes de tudo, sejam bem vindos!
Meu nome é Renata, criadora do Meio trash, meio tudo.
Por quais razões esse blog existe? Simplesmente porque adoro escrever, contar uma experiência, filosofar. A ideia é mais ou menos assim, segundo um grande amigo: chegar em casa, jogar as coisas em cima da mesa e escrever. Sobre o quê? Acompanhe e verá. ;)

Vou dedicar esse primeiro post às pessoas que vão ao cinema sem ter a menor ideia do que irão assistir! Estão ali de mente aberta, aceitando qualquer opção, sentindo empolgação na hora dos trailers e curtindo os segundos!

Minha primeira dica é o filme Ele não está tão a fim de você. Admito: morro de paixões por comédias românticas. Mas para esse eu tiro o chapéu duplamente. O filme é baseado no best-seller "Ele simplesmente não está a fim de você", publicado no Brasil pela Editora Rocco. O livro alerta sobre os sinais que os homens dão às mulheres quando não querem nada sério. Para quem gosta desse tipo de filme, vale o dinheiro gasto. Aposto que o romance de manteiga derretida da personagem Gigi arranca gargalhadas e aprovações! Outra coisa que não posso deixar de comentar é sobre algumas músicas da trilha sonora: The cure - Friday I'm in love, Keane - Somewhere only we know, Erin Mccarley - Love save the empty. Vá e tenha sua própria opinião!



Minha segunda dica vai para o filme Che. Galera, sou uma pessoa que ama história. Sobre o filme serei mais comedida, pois o longa tem seus momentos épicos e grandiosos, porém outros um tanto monótonos. A participação de Rodrigo Santoro é risível, mas va lá, interpreta bem o papel de Raúl Castro. Esse filme é a parte I, ou seja, vai desde todo o planejamento de Fidel e seus braços direitos de tomar a Havana de Fulgencio Batista, passa pela conquista da Sierra Maestra e termina com todos eles nas ruas de Cuba, a caminho da capital. O "chegar lá" é a parte II. Música? Umas batidinhas de tambor. A graça? Na minha opinião, a entrevista que se passa durante todo o filme entre Ernesto Guevara e a jornalista Lisa Howard, dos Estados Unidos. As frases dele estão espetaculares, principalmente a explicação dele em relação ao imperialismo e ao neoliberalismo dos EUA. Vejam bem, não sou pró-Che ou contra o neoliberalismo. Não expressei minha opinião, apenas explicitei o que considero de grandioso no filme.




É isso, amanhã estou de folga no trabalho xD
Amém!
óootimo início de final de semana. ;)
Beijo, tchau.