10 de ago de 2010

Cabeceira de Renata.

Bem, eu tirei as seções de livros e filmes que mais gosto. (Otttteio coisas muito abarrotadas)
Entonces, resolvi falar somente sobre o livro que leio no momento e um filme que tenha sido muito tchum, a meu ver.
Para bom entendedor, o título já basta.

Faz só uns quatro dias que troquei de livro. E, de uns tempos pra cá, eu peguei a mania de uma pessoa muito querida: vivo fazendo minhas orelhinhas pelos cantinhos das páginas, marcando as passagens que mais gostei. Gabriela Viana, essa eu devo a você. Saudade, amiga.

#momento são tantas emoções#

Pois bem, vamos aos livros!

O ex-livro

Por quê? Porque a Renata decidiu abrir seus horizontes para muitas religiões. Essa minhoquinha começou quando em uma aula da PUC, de filosofia, ela ouviu a expressão Religiões Comparadas (Obrigada, Remo!). Tempos depois, ela se vê pegando um livro, emprestado por uma pessoa MEGA tudo. Tia Vê, mãe de Ana Carolina, espírita, forte, mulher, guerreira e com uma energia in-des-cri-tí-vel. Só estando do lado para entender. Mas calma Tia Vê(!): eu não fiz orelhinhas no seu! Colocarei o trecho que não resume o que o livro significou pra mim, mas que já dá aquela pontinha de valer a pena.

"Buda - O fogo da paixão acaba por se extinguir um dia. Então vasculhamos as cinzas e descobrimos uma pedra preciosa. Nós a pegamos do chão e olhamos pra ela, admirados. A pedra preciosa estava dentro de nós o tempo todo. É nossa para sempre. Ela é buda."

                                                                                      O futuro-presente livro

Sobre esse, nada sei. A introdução pede aos leitores que não leiam o livro de acordo com a visão do leste, e sim que olhem para o leste, com a visão do oeste. Baphônico!


Renatinha, a traça, entrando em ação. Mas se toda traça fosse cultura, elas não seriam somente bugs! Sejamos mais que traças XD
Boa noite a todos =)

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