31 de ago de 2010

Em 3 minutos.

...podem acontecer muitas coisas.
Você pode parar pra pensar na sua vida e decidir que a maneira mais certa é aceitar o lado simples de um todo tão complexo. Você pode terminar de se arrumar, tendo em vista que você já está (tão) atrasado. Você pode ligar para uma pessoa, só querendo ouvir aquela voz (não necessariamente falar alguma coisa); ou você pode ligar e falar tudo naqueles sintéticos três minutos: não ter crédito é um problema.
Três minutos podem ser decisivos ou não.
Para mim, no momento, são uma pequena extensão de tempo dentro de duas horas que tenho entre uma aula e outra.
Mas acredito, piamente, que para a maioria das pessoas, três minutos não são nada. O homem simplesmente quer mais tempo, pois seu tempo acabou, é finito, ele quer extrair mais de onde só existem 24.
E - acreditem - parem de pensar em 24 como tempo limitado e definitivo. Você só tem a perder.
Pois em 24 horas existem vários três minutos e basta é uma palavra aproveitável que deve ser considerada.
O tempo quem faz é você.

18 de ago de 2010

"The mademoiselles are muito bella to see"

17:00 18/09/10
Renata sai do banheiro do shopping tijuca, sedenta por água (louca para ver mais vitrines) e se dirige ao segundo andar.
Decide ir de elevador, ignorando a fala do passageiro de dentro: "Está subindo!"
Nunca irei me arrepender de ter subido para depois descer; pois eis que me entra um idoso, cadeirante, guiado por um jovem rapaz, todo vestido de branco, óculos Ray Ban preto (junto ou separado?) à la Edward Cullen e fala gozada. Mas muito, muiiito, figura. FigurAça, com A maiúsculo.
Creio que em toda a sua vida ele foi prolixo, porque ele simplesmente travou conversa com todos do elevador em menos de sete andares!

Conversa na íntegra:
Senhor Edward Cullen: ... porque english is very good! Muito importante nestes dias de hoje! (Sotaque fooorte de nordestino)
Senhor passageiro Nº 1 ao EC: Do you speak english?
EC: Yes, yes! I speak! And d-do you? Do you have been a United States?
Nº 1: No... I don't speak english.
EC: Ahhh... que pena!
(Renata passageira-observadora começa a rir. Renata é notada pelo senhorzinho EC)
EC: E esta mocinha? AHHHH! Você sabe muito bem! Você have been t-t-to United States?
Renata passageira-personagem: No, I haven't. And you? Have you been to USA?
EC: I have! I have been t-t-t-t-t-t-to there and to Paris too! I've studied there!
Renata passageira-abismada-entusiasmada: Très Chic!
EC: Porque the mademoiselles there are muito bella to see! São bonitas mesmo!
R: Yes indeed! Muito bonitas e as mais elegantes, como costumam dizer.
EC: Mas você sabe, eu já vivi muita coisa! Eu tenho 93 anos!
R: Graças a Deus! E o senhor está ótimo, cheio de vida. Vou descer aqui, tchau pro senhor!
EC: Tchau, minha filha! Fique com Deus, muita luz.
R: Pro senhor também.


E eu ainda reclamo da vida. Vergonha nesta cara, Renata Maria!
Vida que segue rumo aos meus humildes 19 anos e 5 meses. XD
êta nós!

15 de ago de 2010

Só para dizer bom dia

Ontem me perguntaram como seria escrever uma história sem pensar. Apenas ir colocando pelo "papel" a primeira coisa que vem à cabeça. Libertador, #será?#

O meu dia vai dar tango. Isso porque o Franz Ferdinand toca Indie Rock e eu descobri isso hoje. Bem, isso é o que conta na descrição do Vagalume: Pop, Indie, Pós-punk. E eu nunca soube o que era indie mesmo. Nem mesmo a banda que eu mais gosto sabe encaixar um significado perfeitamente adequado à sua sonoridade. Como é mesmo que eles descrevem? é uma coisa como "soft-really-slow-melancholic rock".
(-n!)
Acabei de inventar, mas se vocês procurarem no google something like Coldplay defining its music, maybe, solamente maybe, you'll find.
E porque as geishas são consideradas prostitutas? A cultura mais milenar é a da China mesmo. Tá, mas elas são do Japão. (Porque eu falei China?) ...Então tudo vale a pena jogar pela lata do lixo, inclusive a tradição e cultura geishísticas (sic). Sabe o que elas falam agora pro cliente? "Time is money!" - naquele sotaque de japonês arriscando o inglês. O inglês "comeu" as geishas. O dinheiro é um mero detalhe.
E o João Paulo Cuenca. Eu acho que não gosto dele. Já viu como ele escreve? É tipo um filme em câmera lenta que quer tentar ser rápido e no final de tudo ele é o cara. "He's the man!" Parece que ele fez um texto, jogou tudo no liquidificador e aquela massaroca ele cuspiu no papel. Às vezes ele acerta, mas, sinceramente, na maioria das vezes ele não me emociona.
Gosto é gosto.
E embora a máxima-cliché-ditado, ou seja lá o que for, diga que em relação ao sujeito não se discute, me responde: quem é que respeita? Poucas pessoas.
Ai, ai...
Eu só não entendo como isso tudo consegue terminar em pizza. Tinha que terminar com marshmallows e batida de morango! (?)



At least, I tried XD
#lol#

10 de ago de 2010

Cabeceira de Renata.

Bem, eu tirei as seções de livros e filmes que mais gosto. (Otttteio coisas muito abarrotadas)
Entonces, resolvi falar somente sobre o livro que leio no momento e um filme que tenha sido muito tchum, a meu ver.
Para bom entendedor, o título já basta.

Faz só uns quatro dias que troquei de livro. E, de uns tempos pra cá, eu peguei a mania de uma pessoa muito querida: vivo fazendo minhas orelhinhas pelos cantinhos das páginas, marcando as passagens que mais gostei. Gabriela Viana, essa eu devo a você. Saudade, amiga.

#momento são tantas emoções#

Pois bem, vamos aos livros!

O ex-livro

Por quê? Porque a Renata decidiu abrir seus horizontes para muitas religiões. Essa minhoquinha começou quando em uma aula da PUC, de filosofia, ela ouviu a expressão Religiões Comparadas (Obrigada, Remo!). Tempos depois, ela se vê pegando um livro, emprestado por uma pessoa MEGA tudo. Tia Vê, mãe de Ana Carolina, espírita, forte, mulher, guerreira e com uma energia in-des-cri-tí-vel. Só estando do lado para entender. Mas calma Tia Vê(!): eu não fiz orelhinhas no seu! Colocarei o trecho que não resume o que o livro significou pra mim, mas que já dá aquela pontinha de valer a pena.

"Buda - O fogo da paixão acaba por se extinguir um dia. Então vasculhamos as cinzas e descobrimos uma pedra preciosa. Nós a pegamos do chão e olhamos pra ela, admirados. A pedra preciosa estava dentro de nós o tempo todo. É nossa para sempre. Ela é buda."

                                                                                      O futuro-presente livro

Sobre esse, nada sei. A introdução pede aos leitores que não leiam o livro de acordo com a visão do leste, e sim que olhem para o leste, com a visão do oeste. Baphônico!


Renatinha, a traça, entrando em ação. Mas se toda traça fosse cultura, elas não seriam somente bugs! Sejamos mais que traças XD
Boa noite a todos =)

Shame on me!

Só para deixar bem claro que a pessoa que vos escreve errou o nome da máquina fotográfica.
Eu não ganhei uma PRANTEX, mas sim uma PENTAX.
E como prova do meu erro hilárico e paraíbico (nada de preconceito, aliás eu sou paraíba), aqui jaz a máquina:

linda da mami *.*

Beijos, até mais =)

8 de ago de 2010

Só sei que sei algumas coisas.

Estranho é querer escrever sobre tudo ao mesmo tempo e não saber por onde começar. Reconheço em mim uma artista em decadência, longe de atingir seu grande desejo, ansiosa demais procurando por qualquer verdade.
Não sou nenhuma artista, meu rosto nunca assumiu uma máscara de falsidade, minha certeza profissional não consta mais em meus diálogos, não quero agradar a ninguém e cansei de sorrir para tudo e todos.

Assumo um pouco de meu enclausuramento criativo. Sinto falta do meu eu interior. Ganhei uma máquina ano 88 (ou 86, se meu lapso de memória não me engana) que roda a filme: uma Prantex K1000. Gene familiar fotográfico? Veremos. Ganhei muitos livros, prometi terminá-los até o dia 16 deste mês e agora estou calma: aceitei o tempo em seu devido tempo.

Ah! Fui a um gastro, devido aos meus recentes problemas estomacais (que ainda não foram devidamente diagnosticados) e sabe que eu gostei do médico? Não por ele ser sábio e médico, mas por ele ter sido sábio e humano. Disse a mim que a coisa mais triste era o atual sistema impondo aos nossos jovens uma maturidade precoce, uma escolha de futuro profissional mais precoce ainda e um vestibular que só faz aumentar tantas incertezas e esmagar tantos futuros. Pois é... nunca fui a favor de tamanha pressão e só descobri isso um ano mais tarde, quando passei no vestibular somente com a minha ajuda e sem a paranoia de pessoas que querem ganhar em cima de você. Agradeço a eles, mas fiquei melhor sem eles.

Bem, eu disse em meu último post que este seria um tempo de agregar, ao invés de construir. Pois então, aqui estou. Maravilhada por ter descoberto o que eu não quero ser e o que eu não serei. Uma obra de arte demora um certo tempo para ser construída e é por isso que digo que a minha está longe de ficar pronta: me encontro no processo de aprendizagem.

Felizes são as tartarugas.
Tenham todos um excelente domingo =)
(Feliz dia dos pais, porque ao meu eu devo quase tudo)