26 de jan de 2010

Subindo, subindo, subindo...

Meus posts andam muito reflexivos, no maior estilo vou falar apenas da minha pessoa. Pequeno detalhe (porém importantíssimo): não criei este blog com esta intenção somente. Logo, vou mudar um pouco as coisas! =D
Beeeeeem, para começar quero falar de um filme que eu vi recentemente no cinema (Up in the air - Amor sem escalas). Eu não dava nada pelo filme (o nome em inglês não emociona e o em português então nem se fala! - sou do tipo que critica filmes pelo título), mas vi uma notinha beeeem de rodapé do jornal que o filme ganhou o Globo de Ouro pelo roteiro. So, why not give it a try?
Pensei: vou postar o trailer para dar um gostinho na boca, mas a meu ver o trailer não consegue passar o "feeling", entendem? Mas é melhor que nada XD Acreditem em mim: o roteiro é sen-sa-cio-nal. E o filme é uma graça! Apesar do nome, ele decepciona (e muito) os romanticos&fofonildos de plantão (tipo eu, LOL X))
Digam Oi! para o trailer Aqui!
Eu vou correr um pouquinho porque estou no computador da faculdade e o tempo tá acabando. Enfim, mais tarde volto para falar mais uma coisinha.
Beijoscomqueijo!

18 de jan de 2010

Cuidado com as estrelas

Para ler ouvindo: http://www.youtube.com/watch?v=RLt43ExKqso


Lapidadas por Zeus
Brilhantes e sonhadoras
vistas com olhos que carregam um quê de doçura
de romance, de palavras silenciosas.

Sorrisos lançam ao acaso,
elogios fazem aos amantes
(aqueles que vislumbram
e sentem o feitiço de Afrodite)

Deusa do amor: afrodisíaca.
Não negues o encanto que pôs sobre a noite
sobre a lua
sobre esse estranho olhar que me atinge...

Os olhos. Um momento de silêncio.
São de uma seriedade assustadora.
Aquecem e derretem a mais rude das criaturas.
Enlouquecem e conquistam.

Tarde demais,
as estrelas já derramaram o seu veneno.
O mais sutil, contido no menor dos fracos.
O mais letal: cruel, porque mata com um sorriso.

Suspiros;
Notas melodiosas;
Palavras certas:
calcanhar de Aquiles.

11 de jan de 2010

Uma mensagem escrita na testa.

Cansei dos nãos. Cansei da vida me ensinando as coisas.
Eu queria ser a bonequinha de luxo dourada que fica numa prateleira olhando as pessoas. Encarando-as. Aliás... eu queria ser uma bonequinha de porcelana: quebrável, made in china, lábios à la gueixa. Bonequinhas não aceitam nãos. Elas não vivem de negativas.
Mas depois, pensando melhor, porque ser uma boneca vazia e de vida ausente quando se pode ser a pessoa que compra a boneca?
Mas porque estou falando de bonecas?
Ah, lembrei.
Sabe porque eu cansei da palavra não? Ela inibe a vida. Já passei da fase de ouvir essa palavra que impõe limites. O limite é até onde eu sei que posso chegar. Já aprendi o suficiente para saber que não posso fazer birra quando impedem. Devo respeitar (talvez entender). Eu faço assim: faço o que sinto que tenho que fazer. De resto, a gente vê no que dá. Aceita e vive feliz para sempre.
Fácil falar, né? Que tal dizer o SEU próprio não? Garanto: Exige muito. Não possuo rugas, logo não tenho a experiência de quem as tem. Mas é tão simples que não custa - quase - nada. Às vezes, de um dia para o outro a gente aprende. Aprende que por mais que você queira e sonhe em ouvir certas palavras, elas nunca vão ser ditas do jeito que você sempre pensou ou, então, elas nunca passarão de mera fantasia. Aprende que o valor que você dá a uma pessoa nunca é demais, pois sentimentos bonitos e sinceros não foram feitos para dar medo. Pelo contrário: eles merecem ser encarados e enfrentados de frente. Só se passa para o próximo nível assim. Aprende que por mais que você mostre, sinta e brigue pelo amor, ele aparece quando bem entende e na hora mais inesperada. E quando aparece a gente tem que saber compreendê-lo (quando não amamos), nos valorizar (quando amamos demais) e sorrir (quando é recíproco).
Eu faço demais, faço até aquilo que os outros odiariam e brigariam comigo por estar fazendo. "Você é burra. Menina tola. Não vê que está fazendo tudo errado e que quanto mais corre atrás, mais as coisas fogem?" Resposta: Se você consegue viver com as coisas entaladas, parabéns, eu não consigo. Não sou barata. Prefiro me fuder com a verdade nua e crua (seja ela muito boa ou extremamente triste), do que morrer pensando como poderia ter sido. É nessas horas que o Não vem. Natural e maduramente. E mesmo que você queira pegar em uma caneta definitiva e redesenhar a vida a seu modo, você sabe que a hora de negar o caminho tão desejado e escolher aquele outro mais tortuoso e cheio de pequenos espinhos, chegou.
Daqui a cinco passos você descobre que seu coração continua batendo. Você pode ter os espinhos, mas a presença deles indicam rosas. Você escolheu as curvas tortuosas, mas em cada uma existe um novo dia.

3 de jan de 2010

Muitos minutos de silêncio.

Há tempos que entro nesse blog com o intuito de escrever... e não consigo.
Nada parecia se encaixar, nada parecia o certo a dizer. Falta de palavras, falta de essência, soava meio bobo: desisti.
Só que hoje de manhã eu estava lendo O Estadão e deparei com mais uma das notícias sobre o caos que se instalou em Angra. E o que me chamou mais atenção foi a morte de um casal que morreu abraçado. Eu não estava dando a devida atenção ao que aconteceu na região, até eu apontar o olho para aquela chamada. Talvez por já estar anestesiada com acontecimentos tristes: eu ando nas ruas e vejo aos montes e, infelizmente, me acostumei. E a parte incrível disso tudo é que eu tenho conhecidos lá que representaram uma parte da minha vida muito intensa.
Por questão de tempo o meu post vai ser curto, porém sincero.
Eu desejo o mais forte e solidário dos sentimentos para todos que estão vivenciando esse momento bastante complicado e triste. Para aqueles que conhecem pessoas que moram lá, estavam lá, ou etc., idem. Palavras não são o bastante, reconheço. Mas prefiro dizê-las, do que omiti-las. É o mínimo que posso fazer.
A todos um ano novo excepcional.