19 de ago de 2009

Uma reflexão fantástica e o "mister" do meu momento.

Comecei a faculdade!
Babei litros de felicidade pelo professor de Introdução ao jornalismo.
Aliás, nem babei. Fiquei boquiaberta. É, acho que é isso que eu quero ser quando crescer :)
Bem, resolvi dividir com vocês dois sites que são tudo na minha vida nesse momento.
Estão me ajudando MMUUIITTOO.
Talvez alguém esteja precisando de algo parecido, então vou divulgá-los!
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Agora, a parte "reflexão fantástica" do título. Ontem, quando eu estava voltando da faculdade, estava com duas amigas. Elas começaram a falar sobre o fato de como elas gostam de andar, pois isso as faz refletir sobre a vida. Quando elas andam, elas "viajam". Como ontem eu voltei andando do metrô, pensei muito sobre esse texto que encontrei em uma prova da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). O ano da prova, se não me engano, é 2003. Tirem suas conclusões e uma boa caminhada para vocês também ;)
A Internacionalização do Mundo
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.
(Cristovam Buarque)

15 de ago de 2009

Verde, oi?


Estou aqui com o objetivo de fazer uma crítica, uma denúncia (dirigidas a minha pessoa). Estava olhando minhas fotos no orkut e descobri que não possuo qualquer foto com uma única árvore, um céu azul ou uma paisagem que represente a palavra natureza.


Por morar em cidade grande, as únicas coisas concretas que me cercam - e que já se tornaram normais aos meus olhos - são: prédios e mais prédios, shoppings, aglomerações, metrôs e muita fumaça de carro. Não existe nada diferente disso na minha rua. Aliás, em nenhuma outra aqui por perto. Eu vejo verde quando vou ao clube malhar, porque lá é arborizado. AH! O final da minha rua é subida para um morro (que já está sendo tomado por construções, mas são regulares) e de manhã bem cedo às vezes acontece o que eu chamo de fenômeno tapetinho: uma massa de nuvem gigante o encobre. Isso pra mim já é natureza, porque esses momentos são raros.


Isso é uma verdade que não diz respeito só a mim. Os moradores de grandes cidades também devem entender um pouco do que falo. Não existe mais natureza como existe em cidades pequenas ou em estados onde os índices de urbanização ainda não atingiram a saturação. Aqui no Rio alguns parques exigem a compra da entrada, para restringir o público visitante. E em outros o abandono é visível e a falta de segurança também.


Mas eu não quero parques! Quero um campo aberto, onde eu possa deitar em cima da grama e só ver árvores. Gritar de chilique por ter formigueiros perto de mim e descobrir que estou perto de insetos. Observar joaninhas e tirar fotos que tenham cores diferentes! Quero um pouco mais de natureza nos meus dias.


9 de ago de 2009

Dia dele. (e dela)

Tirei o dia para ele.
Ele não vai ligar muito, mas persistirei.
Vai acordar com aquele humor bipolar.
Mas c'est la vie.
Ele é chato
irritante
mandão
pessimista
Mas na hora de demonstrar o amor dele, abre o coração.
Tem um SENHOR coração, maior que o mundo.
Tem horas que ele parece um bebê e tem outras que fico até com medo.
Tem horas que ele me vê como um bebê e nas outras ele até se emociona.
Ele é um orgulho pra mim
guerreiro
vitorioso
um dos maiores homens que pude conhecer
(ele vai dizer que não, mas eu não vou ligar)
Mesmo com aquela carequinha estilosa e os seus fios prateados
Como minha avó diz: "Prata no cabelo, ouro no bolso"
Mesmo com a sua simplicidade
e palavras que me fazem pensar o quanto eu agradeço a Deus...
por poder chamá-lo de Pai.

Pai, eu te amo.
Um Feliz dia pra você :)

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E como eu sei que ela é ciumenta e fica toda dengosa quando não lembro dela...
Mãe, todos os dias é o seu dia :)
Eu também te amo, acima de tudo.
Afinal foi você que aguentou firme e forte durante 9 meses e 6 horas xD
Beijos da sua filha coruja.